GlobalLive – Cirurgia Bariátrica (Dr. Mario Augusto Marchesan Rodrigues)

Semana Mundial da Amamentação 2017

Por que é tão importante amamentar?
Na amamentação, o bebê recebe os anticorpos da mãe para proteção contra diversas doenças tais como diarreia e infecções, estando as respiratórias entre as principais.
O risco de asma, diabetes e obesidade é menor em crianças amamentadas, mesmo depois que elas param de mamar. A amamentação é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, importante para que ela tenha dentes fortes e bonitos, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração.
Vantagens também para a saúde da mulher.
Amamentar é bom não só para a saúde do bebê, mas também para a saúde da mulher, pois o sangramento pós-parto diminui, assim como as chances de desenvolver anemia, câncer de mama e de ovário, diabetes e infarto do coração.
A amamentação ajuda a mulher a perder mais rápido o peso que ganhou durante a gravidez.

Dicas para a amamentação:
A amamentação não deve doer e nem machucar o peito. Se está machucando, é importante procurar ajuda em uma Unidade Básica de Saúde ou Banco de Leite Humano.
• Dê somente leite materno até os 6 meses de vida do bebê. Não dê água, chás, outros leites ou qualquer outro alimento nesse período.
• O leite materno nunca é fraco, ele é sempre adequado ao desenvolvimento do bebê. Nos primeiros dias, a produção de leite é pequena e esse leite, chamado de colostro, tem alto valor nutritivo e é suficiente para atender às necessidades do bebê.
• Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem horário para mamar. Ele deve mamar sempre que quiser. Com o tempo, ele faz seu horário.
• Durante a mamada, a quantidade de gordura do leite vai aumentando. Se o bebê não tomar o leite do fim da mamada, que tem mais gordura, ele pode sentir fome logo em seguida. Por isso, a mãe deve esvaziar a mama por completo para, depois, oferecer a outra.
• A partir dos 6 meses, você deve começar a dar outros alimentos saudáveis, mantendo o leite materno até os 2 anos de idade ou mais. Não há necessidade de oferecer nenhum outro tipo de leite para crianças amamentadas.
• Não dê chupetas, bicos e mamadeiras, pois podem levar o bebê a rejeitar o peito da mãe, além de causar problemas nos dentes, na fala e na respiração.
• Não use medicamentos sem a prescrição de um médico. Alguns medicamentos podem interferir na amamentação.
• Não é recomendado fazer dietas para emagrecimento. A mulher que amamenta precisa ter uma alimentação saudável.
• Bebidas alcoólicas e cigarros devem ser evitados.
• A mulher que usa drogas ou que é soropositiva não deve amamentar.

Fonte: www.portalsaude.saude.gov.br

Check-up anual garante qualidade de vida e evita doenças

As mulheres, em geral, têm o hábito de ir ao ginecologista uma vez ao ano e fazem os exames preventivos. No caso dos homens, tendem a procurar um médico somente quando ficam doentes. Independente do sexo, todos acima de 40 anos devem realizar uma avaliação clínica anualmente, pois o diagnóstico precoce de algumas doenças pode ser decisivo para curá-las.

A partir dos 40 anos, todas as pessoas devem fazer uma avaliação clínica uma vez ao ano, pois o diagnóstico precoce é muito importante para o tratamento rápido e eficaz de muitas doenças. O check-up é sempre individual e leva em conta a idade, o estilo de vida, o histórico familiar e o sexo – alguns exames são específicos para homens e outros para mulheres. Atualmente, há um grande acesso a informação sobre alimentação saudável, dietas, exercícios físicos, doenças físicas e psíquicas. Apesar disso, as pessoas ainda tendem a privilegiar a medicina curativa à preventiva. Isso faz com que a maioria da população procure o médico somente quando a doença já se encontra num estágio avançado.

Para que isso não ocorra, o check-up deve ser incorporado à rotina como uma maneira de manutenção da saúde e prevenção de doenças, inclusive das mais graves, como tumores malignos, que em estágios iniciais têm maior possibilidade de cura. O clínico geral e o geriatra são os especialistas mais indicados para realizar um check-up geral, que também pode ser feito de maneira completa e personalizada em centros de diagnóstico.

Para uma pessoas de 40 anos ou mais, não fumante, com bons hábitos alimentares e que se exercita regularmente, o check-up será, obviamente, mais curto, com menor quantidade de exames, do que para um indivíduo com mais idade, sedentário, fumante, obeso etc.

A avaliação clínica prévia é sempre importante pois considera o histórico familiar, o estilo de vida e o comportamento sexual – quando necessário, são solicitados exames para detectar Doenças Sexualmente Transmissíveis, como HIV, Sífilis e outras. Além disso, um bom exame físico pe essencial para uma avaliação completa.

Os exames laboratoriais normalmente feitos anualmente são hemograma, colesterol total e frações, glicemia de jejum, hemoglobina glicada, creatinina, dosagem de ferro, TSH (função da tireoide) exame de fezes e de urina. É muito importante o teste ergométrico, sobretudo para quem pretende iniciar uma atividade física. As mulheres devem, ainda, fazer os exames ginecológicos anuais – Papanicolau, mamografia etc – e os homens acima de 50 anos, a dosagem de PSA para prevenção do câncer de próstata. Recomenda-se para ambos os sexos, a partir dos 50 anos, a pesquisa de sangue oculto nas fezes ou colonoscopia para prevenção do câncer de intestino. Exames mais complexos serão indicados pelo médico em casos específicos: fumantes com mais de 50 anos, por exemplo, apresentam maior fator de risco para problemas cardiovasculares e tumores – pulmão, laringe e bexiga – já obesos têm propensão à glicemia e colesterol alterados, pressão elevada etc. Todos os exames, claro, devem ser solicitados pelo médico.

Independente do sexo, se você planeja uma vida mais saudável, como menos estresse, alimentação balanceada e atividade física, acrescente à lista o check-up anual, que irá garantir mais saúde e bem-estar para o seu corpo.

Por Nelson Carvalhaes Neto (CRM 62437) é médico sênior do Check-up do Fleury Medicina e Saúde, mestre e doutor pela UNIFESP e especialista em Geriatria pela Faculdade de Medicina Pittié Salpetrière (Paris, França);

Glúten na alimentação e perda de peso

O glúten é uma proteína, presente no trigo, centeio, cevada e aveia, comum em alimentos como biscoitos, bolachas, torradas, macarrão, pizza e cerveja.
O glúten fica no intestino sem ser digerido e provoca alterações como: distúrbios digestivos, alterações no sistema imunológico e no metabolismo do intestino, inflamação, enxaqueca e prejuízos na absorção dos nutrientes.
Quando o organismo se depara com uma proteína mal digerida como o glúten, ele reconhece como algo estranho e que deve ser eliminado e dispara uma resposta inflamatória para combater o agente estranho. Tem impacto negativo na TPM, estimula a compulsão alimentar, pode formar substâncias chamadas “ opióides like”, elementos que agem como drogas no organismo, exemplo a gluteomorfina, a pessoa sente falta do alimento e o busca como vício.
Ao evitar o glúten, proporcionamos uma melhora em vários sistemas do organismo como; melhora da digestão, aumento do metabolismo e consequentemente a perda de peso, aumento da absorção dos nutrientes e melhora de doenças como psoríase, enxaqueca, constipação, cansaço excessivo.
A perda de peso acontece pelo aumento do trabalho do metabolismo e melhor utilização dos alimentos consumidos.

Por favor, aguarde...

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